Coisas do Coração

Tabagistas levam fumo

Posted in Coração, saúde by adilson borges on 2 de abril de 2009
atriz flagrada dando uma puxadinha

atriz flagrada dando uma puxadinha

 
Marilyn Monroe

Marilyn Monroe

 

 

 

 

 

 

Humphrey Bogartjames-dean

 Humphrey Bogart e James Dean

Imagens nostálgicas de um período em que fumar era ato charmoso. Bogart morreu de câncer no   pulmão
Paul Newman

Paul Newman

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11 Respostas

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  1. paolo said, on 3 de abril de 2009 at 01:34

    Adilson me lembrou hoje o prof. José Silveira, fundador do Ibit. O que o movia era o amor ao próximo, ainda que o próximo não fosse tão próximo dele. Médico, bem sabia o mal provocado pelo cigarro e passou toda sua vida alertando os viciados. Eu mesmo fui um. Não um viciado, porque continuo. Mas por ele aconselhado. Bastou encontra-lo uma vez que, logo após o cumprimento de mão, sacou logo e exclamou: voce fuma, não é? Tinha um olfato de perdigueiro para flagrar os dependentes. Pois bem, Adilson, ex-fumante, depois de abrir o peito, revela o mesmo amor ao próximo (pelo menos com os mais próximos) que o famoso médico antitabagista, filho de Santo Amaro.
    Como fumante, ex fumante, fumante, ex fumante, fumante, ex fumante etc. sempre achei que cigarro e bebida deveriam ser fortemente taxados. A desgraça é a falta de uma política de saude públlica para ajudar os viciados a deixar de fumar sem sofrer demais e a má aplicação dos impostos recolhidos. É surrealista o percentual de impostos (mais de 35%) sugados pelo governo para, basicamente, manter a republica sindicalista que aí está – e que não vai querer largar o osso tão cedo – ao invés de aplicar em saúde e educação.
    Agora vou acender um cigarro antes de dormir, já que Adilson com sua enquete me despertou a vontade. Vou denuncia-lo ao Dr. Eduardo Novaes, nosso médico (até aqui) em comum.

    • adilson borges said, on 3 de abril de 2009 at 18:19

      Paolo, Eduardo Novaes repassou para mim uma tarefa de fôlego: ajudá-lo a deixar de fumar. Ele está muito preocupado com este cliente rebelde (o cigarro é um dos problemas). Fala-me sempre da sua situação. A exceção da regra deu-se hoje, estive com ele para uma reavaliação e seu santo nome não foi tocado. “A desgraça é a falta de uma política de saude públlica para ajudar os viciados a deixar de fumar sem sofrer demais e a má aplicação dos impostos recolhidos”. Hum, concordo inteiramente com sua frase. No, entanto, não resisto a tentação de fazer um editorial:
      Sobre a má aplicação dos impostos cai por terra a tese da burrice da unanimidade. Mas é claro que gente como você ( até eu, imagine) não precisa da mão do Estado para tirar o cigarro da boca. Já dei desculpa melhores durante os meus 33 anos de baforadas. E sei como é dificil vencer o vício. Cof, cof. Pense nisso. Na próxima tragada(vai ser difícil, mas comecei, doutor Eduardo, tá vendo?)

  2. adilson borges said, on 3 de abril de 2009 at 20:19

    Por e-mail:

    Olá Companheiro,

    Desde ontem tento postar mensagem em seu blog e não consigo. De qualquer forma publique-a p/ mim.

    Olá Cunhado Companheiro,

    Não fiquei muda não viu…li as mensagens do blog e adorei. Vou enviar o endereço aos seus irmãos de sangue bom aqui do TECLIM. Vc vai ficar ainda mais jovem, pois são todos estudantes na flor da idade. São eles: Alexsandro de Jesus, Jadison Jafé, Ronaldo Damaceno e Eduardo Garrido (esse último é um dos “filhos de Ghandi”). Ah sim..votei também na enquete sobre os fumantes (voto contra é claro).

    beijos,

    Suzete

    • adilson borges said, on 3 de abril de 2009 at 20:22

      eta quarteto bom. espero contato deles. queria fala rmais , mas não posso . beijo cadÊ Jairinho?

  3. ADELZUITA said, on 4 de abril de 2009 at 12:05

    Não fumo mas acho que cada indivíduo deve ter direitos para fazer da sua vida o que que quiser ,inclusive se envenenar aos poucos; podemos e devemos só alertá-lo.Livre arbítrio. Adelzuita

    • adilson borges said, on 4 de abril de 2009 at 15:13

      Aproveite e vote

  4. Socorro said, on 4 de abril de 2009 at 17:51

    Que bom te encontrar assim, animado. Pelo visto, a cirurgia saiu melhor que a encomenda. Vou votar daqui a pouco. Sou de uma geração, cê sabe, que cresceu vendo o cigarro como símbolo de status. Lembro que meu pai queria que minha mãe fumasse porque ele achava “moderno” uma mulher fumando. Como a maioria das minhas amigas, comecei a fumar com 13 anos e só parei, muuuuuuuuuuuutos anos depois, numa batalhal contra um vício que só quem fuma tem ideia do que é. Mas, pra quem quer parar, uma dica: o mais difícil mesmo é o primeiro dia. Pelo menos comigo funcionou não jogar a carteira de cigarro fora. Deixava sempre perto e até pegava um cigarro quando vinha a vontade. Mas me controlava, e assim, devagarinho, ia vencendo os “picos” de vontade de fumar. Depois de alguns dias, já dá pra sentir a diferença: você respira melhor, cheira melhor…
    Mas cada um tem seu momento e seu jeito de parar. Meu filho aproveitou uma gripe forte e nunca mais fumou. Minha irmã enjoou na gravidez… Enfim, a vontade de parar é o mais importante.
    Todo mundo joga pedra neste governo, mas, pra mim, conseguir tirar o cigarro das propagandas da TV já é um mérito e tanto do cara. Já pensaram quantos adolescentes não vão fumar por causa disso? Agora, é preciso tirar as armas da TV. Mas essa já é outra história…
    Beijos para os três

    • adilson borges said, on 4 de abril de 2009 at 21:22

      Oh socorro, tenho tanto pra lhe falar, mas agora não posso. Beijo e saudade.

  5. Jaciara said, on 6 de abril de 2009 at 08:37

    Olá, Borges
    amei seu blog. Tô apressada agora, mas vou voltar… me aguarde! Estou feliz por saber que seu bom coração está melhor ainda agora.

    • adilson borges said, on 6 de abril de 2009 at 14:57

      Ganhei o o dia. Tentei falar com você e com Arlita. Contentei-me em falar com o filho da moça que não gosta de celular. Beijos. Espero você aqui!

  6. adilson borges said, on 6 de abril de 2009 at 23:54

    (Postada com senha de Adilson Borges):
    Acho que o cigarro deve ficar mais caro, sim! Aliás, tudo que causa vício deveria ser muitíssimo caro!
    Em alguns países da Europa um maço chega a custar quase R$19,00.
    Aqui no Brasil, o preço mais alto poderia desestimular o consumo e/ou estimular o consumo de cigarros falsficados, que são mais baratos e fazem muito mais mal.
    A forma correta de reduzir o consumo é mesmo a educação de base. Mas uma coisa é certa: o consumo de cigarros por jovens no Brasil é muito menor do que na maioria dos países economicamente desenvolvidos.
    Parabéns a jovens como a maioria dos meus amigos e eu, que não gostamos de cigarro e fazemos campanha para que aqueles que ainda gostam deixem de gostar! E parem de se destruir!
    Beijos!
    Damile


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